domingo, 17 de julho de 2016

Dois Irmãos


Retomando minha meta de conhecer as trilhas não muito ousadas do Rio, fui com minha prima e um amigo na trilha do Dois Irmãos.

Para quem não conhece o Rio de Janeiro, o morro Dois Irmãos é um ícone da Zona Sul, visto de forma privilegiada nas praias de Ipanema e Leblon e também facilmente vislumbrado da Lagoa Rodrigo de Freitas.

Quando fiz a trilha da Pedra Bonita fiz a foto abaixo do dois irmãos que ficou entre minhas queridinhas:

Dois Irmãos visto da Pedra Bonita

Pois bem, quem curte uma linda vista sem muitos desafios ficará contente em saber que é possível chegar ao cucuruto do Dois Irmãos sem equipamentos de escalada.

O passeio começa na comunidade do Vidigal, onde se pega uma kombi ou moto taxi até o início da trilha de fato. Não tirei muitas fotos do caminho mas o blog "Não Paro Quieta" registrou bem o acesso à trilha. Pegamos o atalho mencionado no post acima, começando já de uma altitude maior, mas na volta descemos até a entrada principal - atrás do campo de futebol.

Já cansadas e bronzeadas (dentro do possível) ao final da trilha

A intensidade das subidas não é muito maior que da Pedra Bonita ou do Morro da Urca, mas a parte de mata fechada termina logo - por isso é bom fugir do sol escaldante. A falta de mata também torna a trilha mais propensa a derrapadas (terra fina e solta na pedra não dá muito certo), mas nada que possa causar um acidente. De toda forma, vale a pena lembrar de botar um tênis legal (sem essa de havaianas!) e se preparar psicologicamente para espalhar terra na sua roupa.

No caminho temos um mirante com vista impressionante para São Conrado e Rocinha.

Quase na metade da trilha!

Rocinha

Com aquele impulso dos meus companheiros fitness, completamos a trilha em 50 minutos. Ao chegar no cume, fomos recompensados com uma vista ímpar da Zona Sul. 

Vista do topo 

Pão de Açúcar

Cagarras

Pedra da Gávea e Pedra Bonita

Como não poderia faltar, a trilha também proporciona alguns cliques presepeiros. Mas se você quiser garantir a pose melhor chegar cedo. Não tem muito espaço no topo e enche rápido!

Descanso merecido

Difícil conseguir foto exclusiva a essa altura

Como não tem muito para onde ir, as fotos ficam meio parecidas. O jeito é brincar com zoom e observar detalhes da cidade.

Niemeyer e os mirantes do Alto Leblon

S2 - O Coração da Lagoa e o relevo carioca

São Conrado, Joá e Barra

Balanço final - trilha altamente (badabumtss) recomendada. Um pouco menos evidente que Pedra Bonita, Morro da Urca e Cantagalo, mas não chega a ser complicada. Uma ótima maneira de aproveitar aquele sábado de sol.

Quase que faltou foto com o Igor!

Espero voltar em breve com mais registros de passeios assim :)

domingo, 26 de junho de 2016

Bennie and the peppers

Arte da capa do álbum The Geataway - Fonte: site da Warner Music

A vantagem de dedicar boa parte de sua adolescência a um fanatismo (no meu caso, a uma banda) e colecionar matérias de revistas, fita cassetes e informações inúteis, mencionando-as constantemente como se todo mundo fosse compartilhar do seu interesse é que a partir de um momento você não precisa mais procurar.

Hoje, todo mundo que me conheceu na minha adolescência me avisa, me compartilha, me marca em conteúdo relacionado aos Red Hot Chili Peppers. E disseram que saber a data de aniversário da filha do Flea não ia me levar a lugar nenhum...

Pois bem, os Chili Peppers acabaram de lançar um disco novo e eu pude acompanhar o lançamento sem muitos esforços (with a little help from my friends, lógico) e com isso vi a arte da capa, li críticas do álbum, vi ações promocionais tudo antes de escutar as músicas com calma. E numa dessas li uma notícia bem empolgante: que uma das músicas teria sido em parceria com ninguém menos que Elton John e Bernie Taupin!

O tempo passou um pouco e o hype do álbum se transformou em hype do primeiro single, Dark Necessities, com clipe e tudo e eu mesma acabei esquecendo da parceria lá de cima. Até que finalmente fui ouvir o disco, novamente graças a um amigo e seu spotify sempre a postos, quando uma das músicas deixou nossas anteninhas em alerta:
     - Essa música não lembra...
     - Bennie and the Jets!

Corremos para ver se não era a tal parceria e foi tiro e queda.

Depois pesquisei um pouquinho sobre a história e pelo que me parece, quando eles perceberam a semelhança entre as músicas colocaram Elton e Bernie Taupin como co-Autores, além de chamar Elton John para gravar o piano do disco. Uma solução muito mais elegante que What I Got do Sublime que fica lá só sendo igual a Lady Madonna e pronto.

Se vocês ainda não sabem do que estou falando, tirem suas próprias conclusões com os vídeos abaixo, que pulam as introduções para comparação dos vocais:

Bennie and the Jets

Sick Love

Bom, radicais podem me julgar agora, mas sabem que acho que funcionou?

Ah, ok, sou parcial quando se trata de RHCP, mas achei que aproveitar essa melodia linda do verso de Bennie and the Jets com um refrão à la Can't Stop (ralentado, lógico) ficou ótimo. E com uma letra fazendo menção às terras de Oz (não é só o Elton que influenciou a banda), claro que ia virar meu xodó do disco.

Goobye yellow brick road, hello The Getaway.

domingo, 19 de junho de 2016

Winnie-the-Pooh


Ainda na minha deliciosa missão de ler os clássicos infantis e entender o que fizeram deles clássicos, trago aqui algumas notas sobre uma obra que de tantas versões pouca gente lembra que já houve um livro: Winnie-the-Pooh.

Sim, sim, estou falando sobre o Ursinho Puff, consolidado como personagem de desenhos da Disney. E me parece perda de tempo explicar que se trata das situações vividas pelos bichinhos (de pelúcia) do Christopher Robin, enquanto você provavelmente está aí decidindo se seu preferido era o Tigrão ou o Leitão. Mas, correndo o grande risco de soar repetitiva, em verdade vos digo: a leitura do livro de A. A. Milne proporciona sorrisos e até gargalhadas que se perdem nas adaptações.

As deliciosas ilustrações de Shepard, que veio a odiar o ursinho Pooh e o impacto em sua carreira, alegram a leitura

Como Carroll, Milne brinca muito com as palavras - suas sonoridades, a pluralidade de significados que elas podem ter... E isso naturalmente se perde em adaptações, e no mínimo exige muita criatividade dos tradutores. É o caso dos Efalantes e das Danonhas (Heffalumps e Woozles), representações de formas fofas que crianças falam algumas palavras longas e complicadas (no caso elefantes e doninhas). O sotaque britânico parece tornar essas misturas ainda mais frequentes e mais uma vez me vi lendo em voz alta para entender por que que quando o Christopher Robin chamou Pooh para uma expedition, Pooh respondeu "What's an Expotition?".

No mesmo capítulo os bichinhos saem pela floresta à procura do Pólo Norte (North Pole) e sem saber muito o que esperar, se dão por satisfeitos ao encontrar uma estaca (Pole, tipo Pole Dancing).

Where did you find that pole?

Lembro de ter aprendido no curso de inglês que a expressão "named after" era usada quando um nome era dado em homenagem ou referência a algo ou alguém. Eu ficava querendo forçar uma explicação de se usar uma palavra que significa depois dentro dessa expressão. Algo no sentido de "se meu nome foi em homenagem à Narizinho do Monteiro Lobato, meu nome só pode ter vindo depois do dela". Então "I was named after her". E assim memorizei a expressão, sem me preocupar com a veracidade da teoria.

Mas na ocasião não me toquei que essa estranheza também pode ser sentida por nativos da Inglaterra e suas colônias. Afinal, crianças também levam um tempinho para se adaptar a essas nuances das linguagens e por isso muitas vezes prendemos o riso quando vemos elas criando frases que, convenhamos, fariam bem mais sentido do que as gramaticalmente corretas. E Milne aborda esse caso específico de uma forma hilária quando Piglet (Leitão) está insistindo que o nome de seu avô era Trespassers W:
Christopher Robin said you couldn't be called Trespassers W, and Piglet said, yes, you could, because his grandfather was, and it was short for Trespassers Will, which was short for Trespassers William. And his grandfather had had two names in case he lost one - Trespassers after an uncle, and William after Trespassers.
A lógica infantil de Pooh também serve de ilustração para a Teleologia de Aristóteles, em que tudo na natureza possui um propósito que justifica sua essência. No vídeo abaixo, vemos Michael Sandel citar um trecho do livro em sua aula sobre o filósofo grego.


That buzzing-noise means something. You don't get a buzzing-noise like that, just buzzing and buzzing, without its meaning something. If there's a buzzing-noise, somebody's making a buzzing-noise, and the only reason for making a buzzing-noise that I know of is because you're a bee. (...) And the only reason for being a bee that I know of is making honey. (...) And the only reason for making honey is so as I can eat it.
Não só de gracinhas é feito o livro. As histórias transbordam uma sensação de carinho. Carinho do pai (narrador) contando as histórias para o filho (Christopher Robin), carinho do Christopher Robin pelos seus bichinhos, carinho dos bichinhos entre eles... E o que é mais lindo: tudo contado como fatos verídicos, sem aquele alerta chamativo de que você está prestes a entrar em um mundo de "faz de conta". Dá praticamente para visualizar o Bill Watterson relendo esses livros e se inspirando para Calvin e Haroldo... Mas uma paixão por vez, e outro dia volto para falar dessa duplinha por aqui.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Workshop de Lomografia e Fotografia Analógica

Foto por Philippe Machado

Nesse 2016 resolvi tomar vergonha na cara e riscar algumas resoluções de ano novo que se repetiam nas minhas listinhas ano após ano. Uma delas foi organizar e aprimorar meus aprendizados de fotografia. Tinha feito o "Básico 1" do Ateliê da Imagem (site oficial aqui) em 2013 e meio que deixei as anotações perdidas. Aos poucos fui deixando a preguiça vencer e voltando ao modo automático - e à conseqüente frustração com os resultados.

Depois de me mudar, estava correndo atrás de recuperar as anotações do curso e de catar recomendações de livros e vídeos sobre o assunto quando a newsletter do ateliê me encheu de empolgação: iam fazer um Workshop de Lomografia!

Falei grego agora, né? Bom, para quem não conhece, lomografia é algo em torno de:
(...) uma organização globalmente ativa dedicada à fotografia experimental e criativa. Com milhões de seguidores e amigos em todo o mundo, o conceito da Lomography engloba uma forma interativa, vívida e as vezes até turva e louca da vida. Através da nossa coleção de câmeras inovadoras, produtos instantâneos, filmes, lentes e acessórios fotográficos em constante expansão, promovemos a fotografia como uma abordagem inovadora para comunicar, absorver e capturar o mundo. (Fonte: www.lomography.com.br
Câmeras usadas no workshop

"Pera, eu li filmes?" Sim, meu caro leitor. As câmeras lomo são a n a l ó g i c a s. Mais do que isso até, mecânicas, sem nenhum circuitinho interno para dar mau contato. Algumas têm até lente de plástico - e a maioria delas parece de brinquedo. Ou seja, pode levar para onde você quiser sem medo. Pode até tirar mais fotos sem medo, porque algumas pessoas não vão nem achar que você tá tirando foto de verdade.

Eu ganhei minha "la Sardina" em 2011 quando fiz minha primeira viagem com o Bê. Foi presente dele e até hoje tenho foto dessa viagem (tirada com essa câmera) em porta retrato. Mas depois de umas brincadeiras iniciais - principalmente envolvendo os filtros de flash coloridos, acabei transformando ela em um objeto de decoração. Triste né?

por mais linda que seja, minha lomo NÃO é um objeto decorativo

Mas essa retomada de contato com a lomografia foi o empurrão que eu precisava para me reapaixonar por foto. As máquinas tem pouquíssimos ajustes de foco, abertura e/ou velocidade (acredito que a minha seja a com menos ajustes de todas, basicamente só foco "perto" e "longe") mas são quase todas feitas para você brincar com múltiplas exposições, tempos longos de exposição e uma infinidade de ideias criativas. É pra se jogar mesmo.

Barquinhos e rosa dos ventos na urca - Câmera Sprocket Rocket

Serviu também para colocar alguns conceitos que pareciam abstratos nas aulas teóricas de fotografia bem esmiuçados na cabeça. Como por exemplo o conceito de que luz se soma, então não adianta tirar foto de algo branco e querer registrar mais informação por cima daquele pedaço já sensibilizado de filme (vide acima a diferença das pedras portuguesas).

E foi muito bom brincar com texturas e sobreposições, mesmo que algumas ficassem um pouco over.


 Não se enganem, tive muuuuuuitas dificuldades que são puras bobeiras para quem viveu bem os tempos do filme. Me enrolei toda para colocar o rolo na câmera, avançar as fotos, me tocar que o que a gente enquadrava no visor não era exatamente o que a lente iria capturar...

Olha esses pézinhos, parece foto de instagram! Pena que não era o que eu queria...

Mas no final foi um excelente exercício de criatividade. De se aproximar com uma grande angular, de inverter o sentido da panorâmica, de duplicar o objeto...

Olha minha lomo refletida :D
Ah, esse coqueiro que dá côco!

Sandubão de pão de açúcar

Valeu muito a pena. Desde então já levei minha lomo para passear - ainda fazendo muita besteira, mas quase chorando de emoção quando algo fica legal.

Como uma onda no mar - última conquista lomográfica. Estou dando pulinhos até agora com essa foto!

E se quiser ver coisa boa de verdade, podem checar as fotos do prof. Philippe Machado aqui na página dele no portal da Lomography :) Estou criando coragem para fazer uma minha também, já que lomografia é amor sem preconceito com iniciantes ;)


domingo, 24 de abril de 2016

Tipo Colômbia

Como falei aqui, estou querendo setorizar esse blog em roteiros de viagem - o que tem ocorrido bem aos pouquinhos, mas um dia a gente chega lá!

Então vim nesse post dar aquela organizada em tudo que falei sobre Colômbia.
Não vai ficar tão bonitinho quanto os roteiros do Vale do Loire e do Oeste Americano, pois não foi uma linda viagem de férias senão dois períodos a trabalho.

Mas vamos então ao tradicional mapinha:

Bogotá, Cartagena e Bucaramanga

Faltou conhecer muita coisa da Colômbia, mas deu para ter uma amostra da vida noturna bombante, arquitetura colonial lindona, parques de aventura e claro, do delicioso mar caribenho.

De Bogotá falei com destaque das seguintes atrações:
Andres D.C.

Para Cartagena fiz um post que falava da cidade intra muros mas também mencionei:

Mar Caribenho

Já sobre Bucaramanga só deu mesmo para falar do Panachi (Parque Nacional del Chicamocha) já que a cidade em si não é muito turística.



Além desses posts sobre os lugares que visitei, falei um pouco sobre café e hambúrgueres nesse post sobre cadeias de estabelecimentos colombianas.

É isso aí, em breve apareço com os roteiros do Sul dos EUA e o combo Calábria - Sicília por aqui :)

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Panachi


Embora em minha primeira temporada a trabalho na Colômbia eu tenha conseguido aproveitar para conhecer um pouco de Bogotá e Cartagena, na segunda vez que fui fiquei em um esquema mais complicado.

Fui para Bucaramanga, uma cidade que é mais próxima da Venezuela que de Bogotá e, pelo menos em 2012, considerada bem menos segura que as outras cidades que visitei.



Praticamente só saía do hotel para trabalhar e voltava, segundo orientações da própria empresa que me recebeu. Talvez um pouco de exagero, não sei... Os locais (ditos bumangueses, porque bucaramangueses é demais até pros nativos) pareciam ter vida normal. Mas a verdade é que a cidade também não parecia ter muito a oferecer.

O único passeio que me recomendaram foi uma ida ao Parque Nacional del Chicamocha - ou PANACHI para os íntimos.

Parece, mas não é Comic Sans

Então combinei com Hector, o estagiário da empresa, de ir para lá num domingo de sol. Fomos no carro dele, ao som de Gustavo Lima e Victor e Léo (sertanejo universitário bombava na Colômbia em 2012).

H: O que quer dizer "Tchê tcherere tchê" em português?
L: Hmmm o mesmo que em espanhol... nada!
H: Sério? Que decepção! Aqui nós cantamos "Quien quiere leche, quien quiere leche"

Depois de muitos tchus, tchas e tchererês (que infelizmente para o Hector não traziam nenhuma reflexão filosófica por trás) chegamos ao esperado Panachi!



O parque foi bastante surpreendente! Paisagismo e esculturas trabalhados por todo canto, em uma estética que combinava com o calor exacerbado que sentíamos.

Escultura árida


Cuca fresca! Gotículas de água caíram bem

Foram muitas fotos de palhaçada. Muitas mesmo.





E além do tour pelo parque, as grandes atrações: brinquedos gigantescos para diversão individual ou em dupla, para crianças e adultos. Tirolesas de grandes distâncias, escorregas à la Wet n' Wild (só que sem água) e cama elásticas à la Chucky Cheese.

I believe I can fly

Será que sem água também é divertido?

Hey, you, get off of my cloud! - Acrobacias na cama elástica poderosa

E aí o Hector selecionou um brinquedo para irmos: El Columpio!!

Apesar do nome imponente, a descrição do Hector foi super tranquila: é basicamente um balanço, só que em proporções mais elevadas. Pensei: "ah, tranquilo, balanço é brinquedo de criança.". Mas ele não mencionou que era POR CIMA DE UM PRECIPÍCIO GIGANTESCO!!!1

El Columpio e o rio lááá embaixo

Nem era de todo ruim, né? Dava para ir rolando caso acontecesse alguma coisa...

E a inocente aqui que não sabia de nada criou coragem para ir no brinquedo. "Nossa, tem que colocar equipamentos tipo de Bungee Jumping antes de entrar?"
Sabe de nada, inocente


Sento na cadeira e percebo que não vai ser tão tranquilo assim. O operador do Columpio me tranquiliza: "a gente só sobe a cadeira até onde vocês quiserem". Bem melhor assim!

Subiram um pouquinho e pararam. "Se eu falar alguma coisa agora, vai pegar mal. Deixa subir mais um pouquinho." Subiram mais um pouquinho e eu sugiro pro Hector "o que você acha de parar aqui?". Vejo a decepção do menino e deixo subir mais um pouquinho - mas agora não tem pergunta, é direto pros caras mesmo: "TÁ BOM AQUI, OK?". E nesse ponto eles deviam estar rindo maleficamente pois não pararam de subir, e a partir desse ponto não teve mais espanhol - segui com gritaria e palavrões em português mesmo porque no desespero não rola tecla SAP.

Não parei mais de gritar até o brinquedo parar. O coitado do Hector nem conseguiu se divertir de preocupação. Mas vejam que belo esse vídeo editado onde parece que o brinquedo é PURA DIVERSÃO!



Isso é Panachi. Só para os fortes.